A noite não passa. O sono não vem!
De um lado para o outro...
Sentada e deitada... Frustrada!!!
Às vezes cansada. A espera de alguém.
Uma caixa em cores, de poucos amores.
Construo uma trilha e busco um canal...
De filmes antigos a programas "normais", em tese, a primeira notícia do ato, do fato de como vim nascer.
Ainda sem sono, continuo trocando de um canal para outro... Emissoras a ver.
Em noites dormidas, sem som nem malícia.
Existe o medo e desejo, a coragem e o cheiro...
O contato direto, mesmo com afeto... Sim! Só na tv.
Depois de um longo período sem novas postagens, voltei. || Textos redigidos com inspiração em meu cotidiano e nos contos e causos de todos aqueles que da minha vida fazem parte. Calma! Não se assuste. Afinal, você pode se identificar ou, até, localizar seu perfil (inteiramente) em uma de minhas frases ou palavras. || SEJAM TODOS BEM VINDOS!!!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Travesseiro
Me ouves em silêncio, me acolhe no conforto
Acalma meus pensamentos e aquece o meu rosto
Traduz minhas legendas, enreda os meus filmes
Sussura em meu ouvido a segurança em pulso firme
Seca minha lágrima e registra minha alegria
Nostalgia os momentos, desenha um novo dia
Seja noite ou seja dia, tenha estrelas no céu ou crianças na rua
Sim! Me acolhe no conforto e aquece o meu rosto
Me ouves em silêncio e acalma meus pensamentos
Conselhos são muitos. Mesmo que não diga nada
Expulsa a neblina e me mostra a estrada.
Acalma meus pensamentos e aquece o meu rosto
Traduz minhas legendas, enreda os meus filmes
Sussura em meu ouvido a segurança em pulso firme
Seca minha lágrima e registra minha alegria
Nostalgia os momentos, desenha um novo dia
Seja noite ou seja dia, tenha estrelas no céu ou crianças na rua
Sim! Me acolhe no conforto e aquece o meu rosto
Me ouves em silêncio e acalma meus pensamentos
Conselhos são muitos. Mesmo que não diga nada
Expulsa a neblina e me mostra a estrada.
Você prisão
Não preciso mentir
esconder o que sinto
Nem tão pouco fugir
se não existe perigo
A vida é curta
temos que aprender
Se ficarmos parados
não vamos sobreviver
Se existe destino,
quem inventou?
Se sonhar é um mito
me diz, quem te aprissionou?
Não desista agora
não olhe para trás
Se você fugir
não saberá do que é capaz
Circunstâncias diversas,
um mundo de ofertas
Seguir o bem ou mal
Cumpra! Não faça promessas.
Não julgue o tempo
não confunda o segundo
Você tem o momento
e não um futuro
Olhe no espelho
veja: sua prisão
quem escolhe é você
E não a solidão.
esconder o que sinto
Nem tão pouco fugir
se não existe perigo
A vida é curta
temos que aprender
Se ficarmos parados
não vamos sobreviver
Se existe destino,
quem inventou?
Se sonhar é um mito
me diz, quem te aprissionou?
Não desista agora
não olhe para trás
Se você fugir
não saberá do que é capaz
Circunstâncias diversas,
um mundo de ofertas
Seguir o bem ou mal
Cumpra! Não faça promessas.
Não julgue o tempo
não confunda o segundo
Você tem o momento
e não um futuro
Olhe no espelho
veja: sua prisão
quem escolhe é você
E não a solidão.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Anjo inspirador
"Camelando" pela madrugada.
Em busca de socorro, descanso e prazer.
Seguindo o vazio das ruas
e, enxergando o escuro do ser.
Em passos calmos, porém ansiosos,
a luta! Luta de cumprir, honrar e viver.
Mas, de faróis apagados,
o carro parado e a lua a brilhar...
Sonhos acordado e medo de não acordar.
Sim. Seu anjo inspirador!
A labuta da vida, da graça querida,
ao anoitecer pede colo, conforto e prazer...
Nada mais quer que, em seus braços dormir e morrer.
Em busca de socorro, descanso e prazer.
Seguindo o vazio das ruas
e, enxergando o escuro do ser.
Em passos calmos, porém ansiosos,
a luta! Luta de cumprir, honrar e viver.
Mas, de faróis apagados,
o carro parado e a lua a brilhar...
Sonhos acordado e medo de não acordar.
Sim. Seu anjo inspirador!
A labuta da vida, da graça querida,
ao anoitecer pede colo, conforto e prazer...
Nada mais quer que, em seus braços dormir e morrer.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Suas páginas
Certo dia um jovem rapaz a caminhar pela manhã, como de costume, deslumbrando-se de toda sua fantasia e imaginação sobre a simplicidade da vida; percebendo que poderia ir além de seus sonhos, abre os olhos...
Ele passa a entender que nada surge apenas por surgir. As árvores que lhe servem de descanso e sombra de sua caminhada ali estão por algum motivo, talvez apenas para isso, mas mesmo assim, se fazem vivas. Após tantos pensamentos confusos, engraçados e às vezes surreais, depara-se com um caderno e um lápis largados ou esquecidos em uma das árvores que costumava parar e descansar, curioso sobre o tal caderno, ele se aproxima e não resistindo, abaixa-se e começa a folhear suas paginas.
Ao perceber “suas páginas” em branco, ele deu ênfase ao lápis largado junto ao caderno e pensou: “Poderia eu ousar preencher algumas linhas?” – Obvio que tomou o lápis em sua mão e começou a redigir sucintas palavras.
Bom, ele não sabia o porquê começou a escrever e menos o que escrevia, simplesmente deixou que suas palavras ganhassem vida, sustentando assim as longas linhas e páginas que estavam querendo registrar contos, histórias, sonhos, pensamentos e tudo que pudesse ser transcrito ali.
O dia correu, a noite chegou e a lua brilhou, mas o rapaz continuava a escrever. Como se suas palavras não tivessem fim, e realmente, não tinham...
Ele passa a entender que nada surge apenas por surgir. As árvores que lhe servem de descanso e sombra de sua caminhada ali estão por algum motivo, talvez apenas para isso, mas mesmo assim, se fazem vivas. Após tantos pensamentos confusos, engraçados e às vezes surreais, depara-se com um caderno e um lápis largados ou esquecidos em uma das árvores que costumava parar e descansar, curioso sobre o tal caderno, ele se aproxima e não resistindo, abaixa-se e começa a folhear suas paginas.
Ao perceber “suas páginas” em branco, ele deu ênfase ao lápis largado junto ao caderno e pensou: “Poderia eu ousar preencher algumas linhas?” – Obvio que tomou o lápis em sua mão e começou a redigir sucintas palavras.
Bom, ele não sabia o porquê começou a escrever e menos o que escrevia, simplesmente deixou que suas palavras ganhassem vida, sustentando assim as longas linhas e páginas que estavam querendo registrar contos, histórias, sonhos, pensamentos e tudo que pudesse ser transcrito ali.
O dia correu, a noite chegou e a lua brilhou, mas o rapaz continuava a escrever. Como se suas palavras não tivessem fim, e realmente, não tinham...
Complexa realidade (deixe o silêncio)
Talvez não seja só amizade o que sinto por você
Talvez isso tinha; isso tinha de acontecer
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Sensações Infinitas deixam o tempo pra depois
Tudo acontece tudo é conseqüência...
Pra que quebrar o tempo e destruir essa freqüência
Deixe o silencio falar, aquilo que não se pode enxergar
Deixe o silencio dizer, o que sinto por você...
Deixe o silencio falar, aquilo que não queremos enxergar
Deixe o silencio dizer, tudo que sinto por você...
Viver sobre confusão? É tudo ficção
Entender a ousadia, liberar a compreensão
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Cada dia um novo dia, deixe o tempo pra depois
Simples como o sol, ingênuo como a lua...
No silêncio do olhar, química leve como a pluma
Letra: Leandro Nicochelli
Música: Michelle Eloi
Talvez isso tinha; isso tinha de acontecer
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Sensações Infinitas deixam o tempo pra depois
Tudo acontece tudo é conseqüência...
Pra que quebrar o tempo e destruir essa freqüência
Deixe o silencio falar, aquilo que não se pode enxergar
Deixe o silencio dizer, o que sinto por você...
Deixe o silencio falar, aquilo que não queremos enxergar
Deixe o silencio dizer, tudo que sinto por você...
Viver sobre confusão? É tudo ficção
Entender a ousadia, liberar a compreensão
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Cada dia um novo dia, deixe o tempo pra depois
Simples como o sol, ingênuo como a lua...
No silêncio do olhar, química leve como a pluma
Letra: Leandro Nicochelli
Música: Michelle Eloi
Conseqüências
Dissolvendo momentos pelo tempo e encantando os campos.
Do perfume – dos frascos que secaram – ficou a essência. A vida de “viver” por amor e pelo amor.
Na canção do ser, o silêncio...
Na resposta do sentido, o olhar...
A esses, que desproveram dos sonhos, restam máscaras e maquiagens. A nós (eclipse diário), o papel e conversa, o livro e a tela... A multidão!
Misteriosa é a lua! Com ela vive as estrelas e a noite...
Gigante é o sol! Nele sorri as flores, cantam os pássaros e caminham os nossos.
Outrora a seca. Os frutos, hoje...
Dos sonhos acordados, a fuga. Dos afogados, a sede!
Da morte que se espera, a vida. Do dia a preencher, a festa!
Da bexiga a encher, a vida... Conseqüências!
Aqui, a lembrança reina! Não só as minhas. Mas, as de todos que aqui ficaram após sua partida.
Sim! Seus netos, filhos e irmãos. Um amor, onde cada qual compôs seu estilo mas, sincero e eterno!
Do perfume – dos frascos que secaram – ficou a essência. A vida de “viver” por amor e pelo amor.
Na canção do ser, o silêncio...
Na resposta do sentido, o olhar...
A esses, que desproveram dos sonhos, restam máscaras e maquiagens. A nós (eclipse diário), o papel e conversa, o livro e a tela... A multidão!
Misteriosa é a lua! Com ela vive as estrelas e a noite...
Gigante é o sol! Nele sorri as flores, cantam os pássaros e caminham os nossos.
Outrora a seca. Os frutos, hoje...
Dos sonhos acordados, a fuga. Dos afogados, a sede!
Da morte que se espera, a vida. Do dia a preencher, a festa!
Da bexiga a encher, a vida... Conseqüências!
Aqui, a lembrança reina! Não só as minhas. Mas, as de todos que aqui ficaram após sua partida.
Sim! Seus netos, filhos e irmãos. Um amor, onde cada qual compôs seu estilo mas, sincero e eterno!
Espetáculo
Na bossa nova me conduz
Na valsa me seduz
Tão perfeito o corpo do instrumento... Encanta!
Em meus acordes, sua poesia canta...
Dedilha, sola e introduz a voz
Seu canto é lírico, constante e pausado
Som distorcido e vibrante... Um rock pesado!
Timbres tão constantes ocupam todo o espaço
Não há back. Às vezes, o choro do cavaco...
No teu show minha platéia vibra, pula e samba
Sobre o palco até seus músicos pedem bis...
O concerto continua. Às vezes o 2º, 3º ou 4º ato...
Em seu último movimento o maestro diz: “Fim do espetáculo!”
Na valsa me seduz
Tão perfeito o corpo do instrumento... Encanta!
Em meus acordes, sua poesia canta...
Dedilha, sola e introduz a voz
Seu canto é lírico, constante e pausado
Som distorcido e vibrante... Um rock pesado!
Timbres tão constantes ocupam todo o espaço
Não há back. Às vezes, o choro do cavaco...
No teu show minha platéia vibra, pula e samba
Sobre o palco até seus músicos pedem bis...
O concerto continua. Às vezes o 2º, 3º ou 4º ato...
Em seu último movimento o maestro diz: “Fim do espetáculo!”
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