Certo dia um jovem rapaz a caminhar pela manhã, como de costume, deslumbrando-se de toda sua fantasia e imaginação sobre a simplicidade da vida; percebendo que poderia ir além de seus sonhos, abre os olhos...
Ele passa a entender que nada surge apenas por surgir. As árvores que lhe servem de descanso e sombra de sua caminhada ali estão por algum motivo, talvez apenas para isso, mas mesmo assim, se fazem vivas. Após tantos pensamentos confusos, engraçados e às vezes surreais, depara-se com um caderno e um lápis largados ou esquecidos em uma das árvores que costumava parar e descansar, curioso sobre o tal caderno, ele se aproxima e não resistindo, abaixa-se e começa a folhear suas paginas.
Ao perceber “suas páginas” em branco, ele deu ênfase ao lápis largado junto ao caderno e pensou: “Poderia eu ousar preencher algumas linhas?” – Obvio que tomou o lápis em sua mão e começou a redigir sucintas palavras.
Bom, ele não sabia o porquê começou a escrever e menos o que escrevia, simplesmente deixou que suas palavras ganhassem vida, sustentando assim as longas linhas e páginas que estavam querendo registrar contos, histórias, sonhos, pensamentos e tudo que pudesse ser transcrito ali.
O dia correu, a noite chegou e a lua brilhou, mas o rapaz continuava a escrever. Como se suas palavras não tivessem fim, e realmente, não tinham...
Depois de um longo período sem novas postagens, voltei. || Textos redigidos com inspiração em meu cotidiano e nos contos e causos de todos aqueles que da minha vida fazem parte. Calma! Não se assuste. Afinal, você pode se identificar ou, até, localizar seu perfil (inteiramente) em uma de minhas frases ou palavras. || SEJAM TODOS BEM VINDOS!!!
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Complexa realidade (deixe o silêncio)
Talvez não seja só amizade o que sinto por você
Talvez isso tinha; isso tinha de acontecer
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Sensações Infinitas deixam o tempo pra depois
Tudo acontece tudo é conseqüência...
Pra que quebrar o tempo e destruir essa freqüência
Deixe o silencio falar, aquilo que não se pode enxergar
Deixe o silencio dizer, o que sinto por você...
Deixe o silencio falar, aquilo que não queremos enxergar
Deixe o silencio dizer, tudo que sinto por você...
Viver sobre confusão? É tudo ficção
Entender a ousadia, liberar a compreensão
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Cada dia um novo dia, deixe o tempo pra depois
Simples como o sol, ingênuo como a lua...
No silêncio do olhar, química leve como a pluma
Letra: Leandro Nicochelli
Música: Michelle Eloi
Talvez isso tinha; isso tinha de acontecer
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Sensações Infinitas deixam o tempo pra depois
Tudo acontece tudo é conseqüência...
Pra que quebrar o tempo e destruir essa freqüência
Deixe o silencio falar, aquilo que não se pode enxergar
Deixe o silencio dizer, o que sinto por você...
Deixe o silencio falar, aquilo que não queremos enxergar
Deixe o silencio dizer, tudo que sinto por você...
Viver sobre confusão? É tudo ficção
Entender a ousadia, liberar a compreensão
Momentos espontâneos, felicidades pra nós dois
Cada dia um novo dia, deixe o tempo pra depois
Simples como o sol, ingênuo como a lua...
No silêncio do olhar, química leve como a pluma
Letra: Leandro Nicochelli
Música: Michelle Eloi
Conseqüências
Dissolvendo momentos pelo tempo e encantando os campos.
Do perfume – dos frascos que secaram – ficou a essência. A vida de “viver” por amor e pelo amor.
Na canção do ser, o silêncio...
Na resposta do sentido, o olhar...
A esses, que desproveram dos sonhos, restam máscaras e maquiagens. A nós (eclipse diário), o papel e conversa, o livro e a tela... A multidão!
Misteriosa é a lua! Com ela vive as estrelas e a noite...
Gigante é o sol! Nele sorri as flores, cantam os pássaros e caminham os nossos.
Outrora a seca. Os frutos, hoje...
Dos sonhos acordados, a fuga. Dos afogados, a sede!
Da morte que se espera, a vida. Do dia a preencher, a festa!
Da bexiga a encher, a vida... Conseqüências!
Aqui, a lembrança reina! Não só as minhas. Mas, as de todos que aqui ficaram após sua partida.
Sim! Seus netos, filhos e irmãos. Um amor, onde cada qual compôs seu estilo mas, sincero e eterno!
Do perfume – dos frascos que secaram – ficou a essência. A vida de “viver” por amor e pelo amor.
Na canção do ser, o silêncio...
Na resposta do sentido, o olhar...
A esses, que desproveram dos sonhos, restam máscaras e maquiagens. A nós (eclipse diário), o papel e conversa, o livro e a tela... A multidão!
Misteriosa é a lua! Com ela vive as estrelas e a noite...
Gigante é o sol! Nele sorri as flores, cantam os pássaros e caminham os nossos.
Outrora a seca. Os frutos, hoje...
Dos sonhos acordados, a fuga. Dos afogados, a sede!
Da morte que se espera, a vida. Do dia a preencher, a festa!
Da bexiga a encher, a vida... Conseqüências!
Aqui, a lembrança reina! Não só as minhas. Mas, as de todos que aqui ficaram após sua partida.
Sim! Seus netos, filhos e irmãos. Um amor, onde cada qual compôs seu estilo mas, sincero e eterno!
Espetáculo
Na bossa nova me conduz
Na valsa me seduz
Tão perfeito o corpo do instrumento... Encanta!
Em meus acordes, sua poesia canta...
Dedilha, sola e introduz a voz
Seu canto é lírico, constante e pausado
Som distorcido e vibrante... Um rock pesado!
Timbres tão constantes ocupam todo o espaço
Não há back. Às vezes, o choro do cavaco...
No teu show minha platéia vibra, pula e samba
Sobre o palco até seus músicos pedem bis...
O concerto continua. Às vezes o 2º, 3º ou 4º ato...
Em seu último movimento o maestro diz: “Fim do espetáculo!”
Na valsa me seduz
Tão perfeito o corpo do instrumento... Encanta!
Em meus acordes, sua poesia canta...
Dedilha, sola e introduz a voz
Seu canto é lírico, constante e pausado
Som distorcido e vibrante... Um rock pesado!
Timbres tão constantes ocupam todo o espaço
Não há back. Às vezes, o choro do cavaco...
No teu show minha platéia vibra, pula e samba
Sobre o palco até seus músicos pedem bis...
O concerto continua. Às vezes o 2º, 3º ou 4º ato...
Em seu último movimento o maestro diz: “Fim do espetáculo!”
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