segunda-feira, 25 de julho de 2011

Enfim sós

Escrevo dias e desenho horas
Cansado, sempre caminho. Às vezes lento. Outras não.
Questiono porquês:
O doce sabor do beijo às vezes é amargo?
Às vezes às horas não cabem no relógio?
É suave escrever. É difícil entender.
É preciso saber que mais que porquês são as respostas que hão de vir.
A vida exclama, e chama para si o que trazemos dentro de nós.

Ilusões em vão, transformam vida e rotina em canção.
Olhar pra si mesmo e buscar uma razão.

As estrelas brilham e cantam em silêncio
Tão alto que dizem ao mundo o que penso.
Por sorte, consigo viver
Por medo, talvez, possa fugir
Pra um relógio sem horas, pra beijos mais doces
Tão longos que em tua saudade me traga eternidade
Tão curtas que possa ser o fim

Primeiro encontro com uma poetisa em alma quase gêmea
Letra: Leandro Nicochelli / Margaret Procidio

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sonhar, sentir, lembrar, abraçar

Parar pra pensar em tudo aquilo que passou, aquilo que vivemos
Momentos que antes pareciam nada, agora eu vejo, o inicio de uma estrada
Caminhos, sorrisos, pessoas... Os amigos que ficam são aqueles de verdade
Para pra lembrar o que traçamos, aquilo que escolhemos e os planos que mudamos
Hoje o dia amanheceu diferente...
Muito mais do que pensei, mais do que sonhei...

Sonhar, sentir, lembrar, abraçar...
Amanhã um novo dia, recomeçar

Parceria mais que especial com dois brotos surpreendentes
Letra: Leandro Nicochelli / Michelle Eloi / Priscilla Rodrigues

Últimos minutos

O dia vem chegando. As horas vão passando.
Aproveitamos para brincar, construir e preparar...
Preparamos os passos. Sonhamos com o futuro.
Chegamos a imaginar onde tudo isso vai parar.

Trocamos confidências. Questionamos incoerências.
Corremos pela vida levando a alegria.
Sonhamos um sonho, de criança e gente grande.
Brincamos de escolhas, escolinhas e romances.
Fizemos nossa parte, daquilo que ainda vamos fazer.

Percebemos que a perfeição é um conto.
E que a melhoria vem com o tempo.

Lutamos, sorrimos, cantamos...
Fizemos tudo isso e, ainda queremos mais.

Queremos mais vida, músicas e amor.
Queremos mais alegrias, fantasias e muita cor.

Respiramos e inspiramos.
Inspiramos canções, versos e bordões.
Respiramos a vida e a amizade.
Em tudo, nos entregamos. Muita intensidade.

Todos os dias são minutos.
Últimos minutos de crescermos e fazer tudo o que sonhamos (ou não) valer a pena.
Últimos minutos de nos aproximar ainda mais da vida e dos amigos.
Últimos minutos para lembrar que hoje somos melhores do que fomos ontem.
E, principalmente, últimos minutos de sermos sempre nós mesmos.

Cenário

Se o vento sobra onde nasce o sol
as linhas ficam frias, oriundas ao calor da noite.
Com a lua calma, breve e cheia
vejo estrelas, nuvens e desejos
Sentimos o ar de repgnância, medo e descoragem.
Cobrimos os pés, com véus brancos e puros, inocentes como um noiva.
Se fomos inocentes, hoje não somos mais.
Se éramos tolos, aprendemos a fingir como tal.
Nada passa. Desculpa, revolta, vontade, inspiração e calor...
Queremos todos ir a luta. Porém, por que não com amor?
Entregar-se sem mentiras, lágrimas ou ensaios.
O momento é um mito, o sabor... Esse, o cenário.