segunda-feira, 11 de julho de 2011

Cenário

Se o vento sobra onde nasce o sol
as linhas ficam frias, oriundas ao calor da noite.
Com a lua calma, breve e cheia
vejo estrelas, nuvens e desejos
Sentimos o ar de repgnância, medo e descoragem.
Cobrimos os pés, com véus brancos e puros, inocentes como um noiva.
Se fomos inocentes, hoje não somos mais.
Se éramos tolos, aprendemos a fingir como tal.
Nada passa. Desculpa, revolta, vontade, inspiração e calor...
Queremos todos ir a luta. Porém, por que não com amor?
Entregar-se sem mentiras, lágrimas ou ensaios.
O momento é um mito, o sabor... Esse, o cenário.

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