segunda-feira, 25 de julho de 2011

Enfim sós

Escrevo dias e desenho horas
Cansado, sempre caminho. Às vezes lento. Outras não.
Questiono porquês:
O doce sabor do beijo às vezes é amargo?
Às vezes às horas não cabem no relógio?
É suave escrever. É difícil entender.
É preciso saber que mais que porquês são as respostas que hão de vir.
A vida exclama, e chama para si o que trazemos dentro de nós.

Ilusões em vão, transformam vida e rotina em canção.
Olhar pra si mesmo e buscar uma razão.

As estrelas brilham e cantam em silêncio
Tão alto que dizem ao mundo o que penso.
Por sorte, consigo viver
Por medo, talvez, possa fugir
Pra um relógio sem horas, pra beijos mais doces
Tão longos que em tua saudade me traga eternidade
Tão curtas que possa ser o fim

Primeiro encontro com uma poetisa em alma quase gêmea
Letra: Leandro Nicochelli / Margaret Procidio

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